Conjuntos e Ritmos Modernos

Conjuntos e Ritmos Modernos
Código do produto: 416
Disponibilidade: Disponível
Preço: 10,00€

Autor e Coordenador: Paulo Esteireiro

Direção Geral: Carlos Gonçalves

Edição: Direção Regional da Cultura

Sinopse

O décimo volume desta coleção é dedicado aos “Conjuntos e Ritmos Modernos”, principalmente aos conjuntos ativos entre as décadas de 1940 e 1960.

Um dos músicos madeirenses em destaque neste décimo volume foi o pianista e compositor Tony Amaral (1910-1976). No início dos anos 40, o pianista madeirense criou o Conjunto Tony Amaral e a sua Orquestra, com o qual atuava no Hotel Bellavista. Em 1946 muda-se para Lisboa, onde alcança um enorme sucesso, inclusivamente junto da crítica. O conjunto de Tony Amaral é um exemplo de um novo tipo de grupo de músicos profissionais, normalmente designado de “conjunto”, que começa a proliferar de forma mais acentuada na década de 1940, principalmente devido ao aumento do número de hotéis e da oferta turística madeirense. O termo “conjunto” aplicou-se a vários tipos de formações mas foi principalmente utilizado na Madeira, nas décadas de 1940 e 1950, para designar novos agrupamentos de pequena dimensão e com configurações variadas, que se desenvolveram em torno da bateria de ritmo e com um repertório baseado nas danças em voga.

A partir da década de sessenta, surge uma segunda geração de conjuntos, tais como o Conjunto Académico João Paulo com Sérgio Borges, Dinâmicos, Demónios Negros, Incríveis, Dancers, entre outros projetos, que alcançaram projeção nacional e que foram influenciados por grupos como os Shadows ou os Beatles. É também nesta altura que muitos conjuntos começam a acrescentar nas suas designações a expressão “ritmos modernos”. Por exemplo, num espetáculo de homenagem à cançonetista Ana Maria, o articulista refere-se à “exibição dos conjuntos de ritmos modernos Vulcânicas e os Dinâmicos”, tornando-se este epíteto normal: Conjunto de Ritmos Modernos “Os Dancer’s” (1965), Conjunto de Ritmos Modernos Tonar's (1965), Conjunto de Ritmos Modernos “Os Baitas” (1969), grupos musicais de ritmos modernos ou de rock Os Rivais de Câmara de Lobos e os Hamong Band (1970). Entre estes agrupamentos, o Conjunto Académico João Paulo viria a ser o de maior sucesso, ocupando o lugar cimeiro da música ligeira regional e nacional, outrora pertencente ao Conjunto de Tony Amaral.

Tal como nos restantes números da coleção, neste 10.º volume é possível: ouvir as gravações áudio de composições históricas madeirenses; visualizar e imprimir as partituras das peças gravadas; conhecer alguns dados biográficos sobre os músicos e o contexto em que atuaram. Todos os conteúdos presentes nesta edição podem ser visualizados num computador e as músicas podem ser ouvidas num leitor de CD ou no próprio computador.

A edição foi produzida pela Direção Regional de Educação, através da Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia, e contou com o apoio da Direção Regional da Cultura.

Faixas do CD:

1. Noites da Madeira 6. Quero que voltes 11. Madeira Sereia do Mar
2. Diz-lhe 7. A Garota das Meias Brancas 12. Mil Estrelas
3. Hully Gully do Montanhês 8. Para Longe Irei 13. Um Baile na Areia
4. A Uma Gina 9. Além no Mar 14. Moreninha, Moreninha
5. O Salto 10. Entra Só Mais Um  

 

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